Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Da forma como leio o mundo

Da forma como leio o mundo

09
Out18

Pensamentos, regras e eu na luta

Bárbara

O que se passa com as pessoas e com a dificuldade em cumprir regras? Mas, o que as impede de perceberem que as regras nos facilita a vida, nos orienta, nos dá tranquilidade? Irrita-me, profundamente, este hábito do quebra tudo, como se nos tornasse maiis espertinhos, ou superiores aos outros.

Ao segundo dia começa-se a fracassar pelo cansaço. Tenho tentado ouvir o audio do livro "Pense e enriqueça", mas o homem tem uma voz estranha, parece que está no fundo de um poço. Obviamente, que o faço, enquanto faço mil coisas no trabalho e a sensação é como se tivesse saído de um exame de matemática.

Ontem, equilibrei as energias com a nova colaboradora, ainda não fez um mês e já me irrita. Sim, tenho, com toda a certeza que equilibrar algumas coisas em mim, mas, caramba, que ego. Por vezes, não consigo passar para as palavras as sensações experimentadas e as situaçoes vividas. Ainda ontem, por exemplo, antes de terminar o horário laboral, longo muito longo, deu-se uma situação de conflito com um cliente, provocado por ela e após eu ter discutido e resolvido a situação, sai-se com um "vê, tive que ser eu a salvar a situação".  Eu tenho um sério problema, é que não consigo disfarçar falta de amores e a minha vontade foi estender para trás o braço e tumba com toda a força, logo ali no meio da testa dela. O problema é que passo tanto tempo a fazer as atividades que lhe competem, que quando chego as minhas, já fiz anos outra vez.

Sei que tenho que me focar no positivo, e esta é a aprendizagem para hoje, mas primeiro tenho que cuspir este veneno, que o processo de aculturação instalou algures no meu sistema nervoso. Este mês pretendo alterar dois hábitos: 1. Alimentar (pedir o divórcio aesta relação que tenho com a comida, para evitar sentir este vazio imenso na minha vida); 2. Verborreia e pensorreia (deixar de falar mal das pessoas gratuitamente, mas principalmente, deixar de pensar mal das pessoas). Tanto um como o outro me causam angústia só de pensar em os abandonar, exatamente como quando me comecei a mentalizar que ia deixar de fumar. De forma errada, o meu cérebro acha mesmo que preciso de comer commpulsivamente e preciso de pensar muito negativamente, desviando-me do essencial: ocupar o tempo com qualidade e organização; gostar de mim fisicamente e pensar sempre com luz.

Para hoje, focar-me no relevante, em mim e  estar sempre atenta aos pensamentos, para que não me deixe engolir por eles. Força e aí vamos nós! Já volto,se tiver cinco minutos!

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D