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Da forma como leio o mundo

Da forma como leio o mundo

17
Mai18

Estou a passar-me com a minha colega de trabalho

Bárbara

Não sei com quem tabalham, mas neste momento a irritação que dirijo à pessoa que trabalha comigo é tão intensa, que até me sinto enjoada a ouvir o sorver da sopa. Faço mesmo para não termos o mesmo horário de almoço! Preciso desabafar aos gritos, por mesquinhez, porque sou humana, porque preciso, simplesmente... Sabem aquelas pessoas que passam o dia a lamentar-se de problemas imbeci, que choram todos os dias, que estão sempre cansadas (nomeadamente, quando nós estamos realmente, pois temos uma vida mais lixada), que estão sempre doentes (nomeadamente, quando nós estamos realmente), não encontram significado na vida (porque simplesmente o podem), mesmo que tenham a conta recheada, uma casa de sonho, o carro de político, o marido que lhe faz tudo, a filha que é uma melada... A forma de falar dela irrita-me, a forma como se arrasta, o armanço com que vive a vida... Ai, já não aguento mais! Perdoem-me, ela não me fez realmente nada significativo, mas já não aguento mais este genéro de ser, este desempenho, este carpir, este melanço. E esta mania que tem de comentar tudo sobre mim, de querer saber que encomendas recebo.... Preciso de espaço!

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